Fé Racional

"Em lugar da fé cega que anula a liberdade de pensar, ele diz: Não há fé inquebrantável senão aquela que pode olhar a razão face a face em todas as épocas da Humanidade. À fé é necessária uma base, e essa base é a inteligência perfeita daquilo que se deve crer; para crer não basta ver, é necessário, sobretudo, compreender. A fé cega não é mais deste século; ora, é precisamente o dogma da fé cega que faz hoje o maior número de incrédulos, porque ela quer se impor e exige a adição de uma das mais preciosas faculdades do homem: o raciocínio e o livre arbítrio." (O Evangelho Segundo o Espiritismo.)

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A Umbanda não é responsável pelos absurdos praticados em seu nome, assim como Jesus Cristo não é responsável pelos absurdos que foram e que são praticados em Seu nome e em nome de seu Evangelho. Caboclo Índio Tupinambá.

quarta-feira, 2 de novembro de 2011

Dia de Finados na Umbanda - Hoje é Dia de Finados - Dia 02 de Novembro



No dia de finados, nós umbandistas, louvamos a força e o poder do Orixá Omulu/Obaluaê – senhor da doença, da morte e das transições do universo.

A morte do corpo físico não é o fim da vida, entenda apenas como o fim de um ciclo.

Após o ato da morte física do ser encarnado, este será encaminhado para uma esfera espiritual condizente com seus atos e vibração emocional acumuladas durante a passagem no corpo físico.

No plano físico, estamos numa esfera neutra ou mista, onde tudo se encontra e misturam-se, sem distinção. Já no plano astral, os seres vivem em realidades dimensionais pertinentes às suas condições emocionais e vibracionais, logo, se o ser vibrar ódio, um lugar com seres odiosos será sua morada. Se vibrar o amor, sua morada será um lugar agradável. Nós somos aquilo que criamos ao nosso redor e a realidade que desenvolvemos é a que levamos além do pós morte.

Então, nada se acabará com o fim da vida física, quando o corpo perece este é o fim de uma etapa e o início de outra. Morremos para o mundo físico e renascemos para o mundo espiritual. Assim, o contrário acontece quando reencarnamos: ”morremos” para a vida no Plano Etérico (é o mundo onde se acham os espíritos desencarnados) e nascemos para o plano físico.

Ninguém fará nada por ninguém, cada qual com seu quinhão. No entanto, o beneficio da reencarnação é a explicação do resgate dos débitos e aprendizado constante do ser.

No dia de finados, é fundamental que o umbandista, ao realizar o culto do dia, vibre seus pensamentos nos seus antepassados:

1- Antepassados consangüíneos, pedindo iluminação a todos, pois se algum tiver precisando de ajuda e ainda não ter alcançado a luz, pode ser oportuno de acontecer neste momento o seu resgate, e, aquele que já esteja esclarecido, então se sentirá gratificado pelas vibrações de amor;

2- Antepassados do nosso ritual - Nossos Guias e Protetores que também já tiveram vida em nosso plano terrestre.

O Orixá Omulu/Obaluaê é a Divindade do “Fim”, logo ele não está presente apenas na tão temida morte física, gerando uma imagem temerosa em relação a esse Orixá. Sua vibração se faz presente centenas de vezes durante nossa Vida, por exemplo, o fim um relacionamento amoroso é o rompimento de cordões emocionais e o fim de um ciclo de convivência entre duas pessoas. Neste momento de finalização lá está presente a vibração desse Orixá para encaminhar os envolvidos em seus caminhos individuais.

Sempre em situações de rompimentos ou encerramentos de ciclos, é a vibração do Orixá Omulu/Obaluaê que se faz presente na vida dos envolvidos.

A Umbanda dirige-se a Deus através dos Orixás, Guias e Protetores que são espíritos purificados: ALMAS esclarecidas e iluminadas.

Dia de Finados: Origem Provável no Povo Celta

Para os Celtas, dia 31 de outubro era o fim de um ciclo, de um ano produtivo, tempo este que nesta região a colheita tinha acabo de se encerrar e de ser estocada, especialmente para os meses frios e escuros do inverno neste período nesta região.
Na celebração do fim de um ciclo (31 de outubro) e início do outro ciclo (1 de novembro), acreditava-se que este seria o dia de maior proximidade entre os que estavam encarnados e os desencarnados e nas festas, de muita alegria e comemoração por este fato também, cada um levava algo como uma vela ou uma luminária que era feita em gomos de bambu, a fim de se iluminar os dias de inverno que estariam por vir.
Alguns textos falam que nesses dias de festas, as luminárias eram feitas com abóboras esvaziadas e esculpidas com o formato de cabeças, isto para indicar o caminho àqueles que eles acreditavam serem visitados por seus parentes e receber o perdão daqueles a quem eles haviam feito sofrer, além de ter o significado de sabedoria pela humildade para saber pedir perdão e como prova de vida além da vida.

Com o domínio desses povos pelo Império Romano, rico em armas e estratégias de guerras e conquistas e pobre em intelectualidade, as culturas foram se misturando e expandindo com todo o Império, que mais tarde viria a ser - e o é até hoje - a sede do Império Católico ou da Religião Católica, hoje fixada no Estado do Vaticano, na área urbana de Roma, Itália.

Segundo prega a tradição da Igreja Católica, o Dia dos fiéis defuntos, Dia dos mortos ou Dia de finados é celebrado no dia 2 de Novembro, logo a seguir ao dia de Todos-os-Santos. Desde o século II, os cristãos rezavam pelos falecidos, visitando os túmulos dos mártires para rezar pelos que morreram.

A história real nos mostra que o Dia de Finados só passou a ser um dia de dor e lamúria após o advento dos culposos dogmas católicos, ao contrário das filosofias reencarnacionistas que, não temendo a morte e entendendo esta como o fim de um período transitório em retorno a vida verdadeira (espiritual), só tem a celebrar e enviar boas emanações aos entes queridos que deixaram o corpo carnal e continuam suas vidas verdadeiras, cada um na sua condição de elevação espiritual.

Fonte: http://www.centroespiritaurubatan.com.br

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