Fé Racional

"Em lugar da fé cega que anula a liberdade de pensar, ele diz: Não há fé inquebrantável senão aquela que pode olhar a razão face a face em todas as épocas da Humanidade. À fé é necessária uma base, e essa base é a inteligência perfeita daquilo que se deve crer; para crer não basta ver, é necessário, sobretudo, compreender. A fé cega não é mais deste século; ora, é precisamente o dogma da fé cega que faz hoje o maior número de incrédulos, porque ela quer se impor e exige a adição de uma das mais preciosas faculdades do homem: o raciocínio e o livre arbítrio." (O Evangelho Segundo o Espiritismo.)

Seguidores

Translate

English French German Spain Italian Dutch Russian Portuguese Japanese Korean Arabic Chinese Simplified

Assine nosso...

A Umbanda não é responsável pelos absurdos praticados em seu nome, assim como Jesus Cristo não é responsável pelos absurdos que foram e que são praticados em Seu nome e em nome de seu Evangelho. Caboclo Índio Tupinambá.

quarta-feira, 13 de novembro de 2013

Você Confia na Espiritualidade?





Muitos e muitos médiuns de Umbanda, no decorrer do desenvolvimento mediúnico, aprendem métodos de incorporação enlatados, em um padrão, e podam a natureza de seus Guias fazendo com que os mesmos tenham que se adaptar ao que o médium aprende como sendo o correto.

Hoje, criaram-se padrões universais para a incorporação e, mais grave ainda, criou-se um estigma de que quanto mais conhecido for o Guia no sentido do nome, mais poderoso Ele é e mais respeitado será o trabalho do médium  que o incorpora. Isto é uma real inversão de valores, visto que o nome dos Guias pouco importa; o que realmente importa é seu trabalho e seu poder de realização.

Hoje em dia, Exu deve sempre vir ereto; Caboclo não pode dar seu brado de guerra e Preto Velho deve falar quase que sem sotaque.

Será que a Umbanda necessita mesmo deste tipo de retaliação aos arquétipos sagrados que a sustenta?

Ao meu ver, o médium deve dar vazão total a natureza do Guia!

Independe de nome, de forma de trabalho, de postura. O que realmente importa é que seja real e pleno o trabalho dos Guias em uma Gira de Umbanda!

Ética, educação, bom senso e luz todos os Guias tem, não há necessidade de doutriná-los, visto que, se são Guias, são muito mais evoluídos que nós e carregam ativo um mistério dentro de si que fará todo um trabalho a quem quer que os procure.

Deixemos fluir realmente a essência dos Guias em nossas vidas e em seus trabalhos!

Vamos confiar mais em seus mistérios e forças e abrirmos nossas mentes para que nossos Guias não tenham a necessidade de se moldar aos nossos tabus e dogmas de conceitos novos que nada trazem de útil aos trabalhos atuais.

Não devemos podar de maneira alguma as manifestações de nossos Guias em detrimento do que nós imaginamos e aprendemos que seja o correto.

Lembre-se que, confiando em primeiro lugar em seu Guia, tudo fluirá naturalmente em sua jornada mediúnica; e, quem o faz, recebe ensinamentos e oportunidades profundas de evolução e esclarecimento acerca dos mistérios do Criador.

Que todos os Guias sejam libertados das amarras que muitos colocam neles no momento dos trabalhos em busca de um arquétipo “perfeito” e “evoluído” de uma modernidade que está a cada dia robotizando nossos Guias para satisfazer uma pseuda evolução de nossa religião.

Por Sacerdote Marcel Oliveira.

quinta-feira, 7 de novembro de 2013

O Perdão





Então Pedro aproximou-se de Jesus e perguntou: "Senhor, quantas vezes deverei perdoar a meu irmão quando ele pecar contra mim? Até sete vezes?"
Jesus respondeu: "Eu digo a você: Não até sete, mas até setenta vezes sete.”
(Mateus 18:21-22)
 

Perdoar é uma das atitudes mais difíceis para a maioria dos seres humanos. Geralmente quando alguém nos impõe alguma ofensa, traição, decepção ou mágoa, tendemos a passar muito tempo remoendo estes sentimentos e revivendo o momento em que eles nos foram causados.

Isto ocorre por duas razões principais: a primeira delas é que vivemos o tempo todo sob o domínio do ego e é ele quem nos faz cultivar sentimentos como a rejeição, o amor-próprio ferido, a baixa auto-estima que, geralmente, trazem como resultado outras tantas emoções negativas como a raiva, o desejo de vingança, o orgulho.

A segunda razão que torna difícil o perdão é uma conseqüência da primeira. Ou seja, passamos a viver no passado, lembrando o tempo todo da atitude negativa do outro e culpando-o por nossos problemas e infelicidades.

Existem situações em que o exercer o perdão é de fato um grande desafio, pois a gravidade da ofensa e do sofrimento que nos impingiram é muito grande. Porém, uma atitude mental que facilita o exercício do perdão é pensarmos que os seres humanos são espíritos em evolução e que, portanto, aquele que nos magoou o fez por não ter ainda a consciência da responsabilidade espiritual de cada atitude que tomamos, e por estar sob o domínio total do eu inferior, o lado obscuro que habita em todos nós.

Perdoar é uma atitude altamente saudável e libertadora, acima de tudo para nós mesmos. Ao fazê-lo, sentimos uma enorme sensação de alívio, como se nos livrássemos de um grande peso. E, ao mesmo tempo, rompemos a amarra que nos mantém presos ao passado e àquele que nos magoou. Muitas pessoas acabam se curando de doenças físicas graças a esse processo já que algumas doenças físicas estão diretamente relacionadas com a raiva e o ressentimento.

Praticar o perdão é também um excelente exercício de humildade, pois para fazê-lo, é necessário transcender o ego, que todo o tempo tenta nos convencer de que perdoar é um ato de fraqueza, uma atitude de quem não possui amor-próprio.

Por mais estranho que pareça, é exatamente o contrário. Perdoar é um ato de grandeza, direcionado pelo que há de melhor em nós. É nossa sabedoria interior, a porção divina que habita em cada ser humano que nos ajuda a vencer a resistência ao perdão. Mas, para isso, é preciso que nos conectemos com essa energia e deixemos que ela seja o nosso guia.

Mesmo que seja difícil perdoar alguém pessoalmente podemos fazer um exercício de meditação, visualizando a pessoa e mantendo com ela um diálogo imaginário, onde expressamos nosso perdão.

Este exercício será muito benéfico para que limpemos nosso coração da mágoa acumulada e, ao mesmo tempo, libertemos a pessoa em questão, uma vez que ao cultivarmos a mágoa, a mantemos energeticamente presa a nós pela força do pensamento.

Ao realizar esse processo pela primeira vez, é natural que não experimentemos uma sensação de alívio nem de libertação, dependendo do grau de importância que a pessoa tem para nós. A princípio pode ser necessário extravasar nossa mágoa e nossa raiva através do choro ou até mesmo esmurrando um travesseiro ou almofada.

O importante é liberar as emoções negativas acumuladas, deixá-las partir e desligar-se de nós em definitivo. Outro ponto essencial é não forçar nada antes que o sentimento de aceitação do perdão seja realmente verdadeiro em nós. Podemos continuar repetindo o processo periodicamente até que o problema seja solucionado em definitivo e nossas mágoas sejam transmutadas em paz e felicidade.

Por Elisabeth Cavalcante

terça-feira, 22 de outubro de 2013

Mensagem aos Médiuns Umbandistas




Filhos de Deus,

Que o amparo Divino seja convosco.

Tomo a liberdade de vir falar-lhes um pouco por justa necessidade, sendo para tanto, autorizado.

Os Sagrados Orixás da Umbanda existem desde tempos que a memória humana não consegue registrar, justamente porque estamos falando em termos universais e da Criação de Deus.

Desde sempre, portanto, irradiam à humanidade suas “qualidades” ou atribuições, por exemplo: fé, amor, justiça, lei, etc.

Sendo essencialmente Divinos, jamais se materializaram. Na matéria tiveram sim seus representantes, ainda os tendo e têm seus trabalhadores que são espíritos que em nome deles, trabalham pelo bem, evolução e progresso do ser humano em todos os pontos deste imenso planeta azul, ou seja, estiveram e estão em todas as religiões existentes sobre a face da Terra por serem vibrações e energias puras pulsando pela humanidade do Divino e Soberano Criador.

Acima expus, a primeira das muitas confusões acerca de nossa Iluminada e Divina Umbanda, mal compreendida pelo total desconhecimento das pessoas quanto às suas origens e missão, que, basicamente é acelerar o processo evolutivo do ser humano, fazendo com que ele retorne a ter contato com a natureza e com o Divino, manipulando energias tão antigas quanto antigo é o Planeta.

Costuma-se crer que, os Sagrados Orixás, “vieram” para o Brasil junto com os navios negreiros, como podemos perceber, isto não é verdade. O que os negros de Deus trouxeram foi uma das muitas formas de culto à estas Divindades.

A Umbanda é a religião que em si reúne várias, por esta razão, respeita todas as outras, do contrário não respeitaria a si própria.

O médium de Umbanda é um Sacerdote e, como tal, deve conduzir a si mesmo com muito cuidado, desenvolvendo-se dentro de um clima sério e apropriado.

Não basta apenas ser instrumento dos guias espirituais, deve lapidar a si próprio para vir a se tornar um bom instrumento. Aquele no qual a espiritualidade confia para cumprir sua missão.

Deve cuidar de sua mediunidade como cuida de seu próprio corpo, ou seja, deve higienizar sua mente diariamente retirando de lá toda a eventual “sujeira” que, exemplificando seria:

Rancor, raiva, inveja, ciúme, orgulho, vaidade, etc.

Tal “limpeza” pode ser feita de várias maneiras, todas muito simples e relativamente rápidas, vamos a alguns exemplos:

Oração:

Por si, reconhecendo com sinceridade que tipo de “sujeira” está instalada em seu mental e pedindo o auxílio dos mensageiros de Deus para que gradativamente a limpeza seja feita, pois, nenhum ser humano se livra de uma hora para a outra de suas imperfeições morais.
Reconhecê-las sim, é sinal que o ser está começando a amadurecer e se colocando no caminho de seu progresso pessoal, evolutivo e espiritual.

Meditação:

Na quietude de sua mente buscar, no mais profundo de seu íntimo, a identificação de suas “sujeiras” mentais, catalogando-as, pode se sentir, por onde começar o trabalho de faxina, sempre, porém, pedindo o amparo e o auxilio da espiritualidade, mas, jamais abandonando esta busca tão necessária ao progresso individual que fatalmente resulta em expansão, uma vez que, todo aquele que se ilumina, clareia e reluz a maioria dos que estão a sua volta.

Reflexão:

Ser honesto consigo reconhecendo com humildade suas dificuldades, limites e refletindo sobre estas questões, sobre como suas atitudes estão repercutindo nos outros e em si mesmo, refletir é analisar honestamente a si próprio com o objetivo de melhorar sempre.

Estes são apenas alguns exemplos de como um “aspirante” a Sacerdote de Umbanda deve conduzir a si, conseqüentemente conduzindo sua mediunidade, pois que ela faz parte do individuo.

Não posso deixar de comentar sobre o estudo através de boas leituras, ou seja, de autores confiáveis que gozam de respeito no meio Umbandista. Isto é importante porque sabemos existir toda uma literatura vulgar presa a opiniões de leigos e até mesmo de bem intencionados autores, mas que, não traz em si beneficio nenhum por ser uma literatura mais emocional que instrutiva.

De médiuns vulgares e oportunistas, não só a Umbanda como outras religiões, possuem aos montes. Eles denigrem a imagem da religião e confundem as pessoas que, uma vez vitimas de tais “médiuns”, nunca mais voltam a buscar este tipo de auxilio espiritual e o que é pior, passam a julgar toda uma religião com base nesse mau médium que o atendeu. Com este comentário quero despertar em suas consciências, a responsabilidade quanto a ser um médium Umbandista e posterior Sacerdote.

No mais é só trabalho, dedicação, estudo. Comunhão.

Aperfeiçoar, unir, dividir o que se sabe com humildade, tolerando a dificuldade dos outros em compreenderem e assimilarem, sendo objetivos em suas instruções e naquelas passadas pela espiritualidade.

Todo o bem que se deseja e todo o trabalho em nome desse bem seja o Lema que os haverá de sustentar, guiar e conduzir pelos caminhos que certamente os levarão a redenção, à remissão dos erros e á aurora de um novo dia que se iniciará no exato instante que, seus corações, já fracos e redimidos se renderão ao Poder Soberano e Infinito, D”Aquele que os criou.

Primeiro Fé;

Depois coragem;

Confiança, depois lealdade.

Integridade, humildade.

Submissão e, o mais importante de tudo:

Amor, caridade, perseverança e a certeza intima de que se está no caminho certo.

Paz, harmonia e Luz sejam agora e para Todo o Sempre, em Sua casa.

Seu amigo,

Pelo espírito Shaà, psicografia por Anna Ponzetta.
Related Posts Plugin for WordPress, Blogger...

A Maior de todas as Luzes é a do Amor Incondicional da Caridade, da Misericórdia Sincera do Coração.

Denis Sant’Ana .’. \|/ سلام

Ouça os Pontos da Linha de Esquerda da Umbanda

“Sofremos demasiado pelo pouco que nos falta e alegramo-nos pouco pelo muito que temos…”

W. Shakespeare.

“Cultivar estados mentais positivos como a generosidade e a compaixão decididamente conduz a uma melhor saúde mental e à felicidade”

Dalai Lama.

Luz Crística

Obras Básicas - Pentateuco do Espiritismo

O Livro dos Espíritos - Contendo os princípios da Doutrina Espírita sobre a imortalidade da alma, a natureza dos Espíritos e suas relações com os homens, as leis morais, a vida presente, a vida futura e o porvir da humanidade – segundo o ensinamento dos Espíritos superiores, através de diversos médiuns, recebidos e ordenados por Allan Kardec. O Livro dos Médiuns - Contendo os ensinamentos dos Espíritos sobre a teoria de todos os gêneros de manifestações, os meios de comunicação com o Mundo Invisível, o desenvolvimento da mediunidade, as dificuldades e os escolhos que se podem encontrar na prática do Espiritismo. Em continuação de "O Livro dos Espíritos" por Allan Kardec. O Evangelho segundo o Espiritismo - Com a explicação das máximas morais do Cristo em concordância com o Espiritismo e suas aplicações às diversas circunstâncias da vida por Allan Kardec. Fé inabalável só é a que pode encarar a razão, em todas as épocas da Humanidade. Fé raciocinada é o caminho para se entender e vivenciar o Cristo. O Céu e o Inferno - Exame comparado das doutrinas sobre a passagem da vida corporal à vida espiritual, sobre as penalidades e recompensas futuras, sobre os anjos e demônios, sobre as penas, etc., seguido de numerosos exemplos acerca da situação real da alma durante e depois da morte por Allan Kardec. "Por mim mesmo juro - disse o Senhor Deus - que não quero a morte do ímpio, senão que ele se converta, que deixe o mau caminho e que viva". (EZEQUIEL, 33:11). A Gênese - Os milagres e a predições segundo o Espiritismo por Allan Kardec. Na Doutrina Espírita há resultado do ensino coletivo e concordante dos Espíritos. A Ciência é chamada a constituir a Gênese de acordo com as leis da Natureza. Deus prova a sua grandeza e seu poder pela imutabilidade das suas leis e não pela ab-rogação delas. Para Deus, o passado e o futuro são o presente.
Clique na Imagem e Leia o Livro.

Pense Nisso...