Fé Racional

"Em lugar da fé cega que anula a liberdade de pensar, ele diz: Não há fé inquebrantável senão aquela que pode olhar a razão face a face em todas as épocas da Humanidade. À fé é necessária uma base, e essa base é a inteligência perfeita daquilo que se deve crer; para crer não basta ver, é necessário, sobretudo, compreender. A fé cega não é mais deste século; ora, é precisamente o dogma da fé cega que faz hoje o maior número de incrédulos, porque ela quer se impor e exige a adição de uma das mais preciosas faculdades do homem: o raciocínio e o livre arbítrio." (O Evangelho Segundo o Espiritismo.)

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A Umbanda não é responsável pelos absurdos praticados em seu nome, assim como Jesus Cristo não é responsável pelos absurdos que foram e que são praticados em Seu nome e em nome de seu Evangelho. Caboclo Índio Tupinambá.

sábado, 6 de novembro de 2010

Qual é a Diferença Entre Protestantes e Evangélicos?

Temos que nos informar, por isso postei este post sobre outras Religiões é um resumo das suas filosofias...
Denis Sant'Ana   .'.   \|/

Os dois nomes referem-se aos cristãos que romperam com a Igreja Católica durante a Reforma Protestante. O termo protestante vem do documento formal de protesto - Protestatio - que os luteranos apresentaram em uma assembleia em 1529, manifestando a sua oposição à política religiosa adotada pela Igreja Católica. Já o nome evangélico vem do fiel que se submete ao ensinamento contido nas "boas-novas" (evangelium, em latim) trazidas por Jesus. Os protestantes se declaravam seguidores do Evangelho - um dos seus princípios durante a Reforma era o da Sola Scriptura ("Só a Escritura", em latim). Isso significava que, para os protestantes, apenas a Bíblia era fonte de revelação suprema, e que não deveria ser permitido à Igreja fazer doutrinas fora dela. Todos esses movimentos estimulavam o fim do monopólio da Igreja sobre a interpretação da Bíblia e reivindicavam que todo e qualquer cristão pudesse ler as Escrituras e tirar delas o que quisesse. Os protestantes recusavam a ideia de que um único líder - o Papa - deveria guiar os rumos da religião. Sem um "chefe" cada grupo começou a se fragmentar em diversas correntes com pequenas divergências doutrinárias. Abaixo você confere a diferença entre os principais ramos do cristianismo.

Cristianismo
Jesus pregava que a mensagem de Deus destina-se a toda a humanidade, e não apenas ao povo eleito como diziam os judeus. A comunhão de bens, a partilha do pão e o batismo eram alguns dos ensinamentos de Jesus aos seus apóstolos e seguidores, que formavam uma pequena comunidade perto de Jerusalém.

Igreja Católica
Após a morte e ressurreição de Cristo, seus apóstolos começam a organizar uma religião, com hierarquias e regras. A crença básica da Igreja primitiva era uma só: Jesus é o Senhor, e a salvação dependia da fé n'Ele.

Grande Cisma
A Igreja Católica cresceu e tornou-se religião oficial do Império Romano, que se dividiu em Ocidental e Oriental. O papa romano e o patriarca de Constantinopla passaram a disputar poder, gerando o cisma.

Igreja Ortodoxa
A denominação "Igreja Ortodoxa" só surge no século XI. Os ortodoxos só admitem ícones como representações de Cristo e de santos. Eles creem que o Espírito Santo só procede do Pai, e não do Pai e do Filho como os católicos.

Reforma Protestante
Martinho Lutero publicou "95 Teses" criticando a condução do cristianismo, como a venda de um lugar no paraíso (as indulgências). John Wyclif, Jan Huss e João Calvino também queriam uma Igreja mais "racional".

Luteranos
Uma das novidades introduzidas por Martinho Lutero é a possibilidade de livre interpretação da Bíblia - no catolicismo de então, o Livro era em latim e só os padres poderiam "traduzir" o que significavam os versículos das Escrituras.

Anglicanos
A religião surgiu por causa do rei Henrique VIII, que queria se divorciar, o que não era permitido pelo papa. Ele nomeou-se "Chefe Supremo da Igreja da Inglaterra" e rompeu com os católicos de Roma.

Batistas
Só os cristãos adultos, já conscientes de seus atos, podem ser batizados, mas o ato não é obrigatório para a salvação. Para os batistas, o crente deve escolher por sua própria consciência servir a Deus.

Metodistas
John Wesley deixou a Igreja Anglicana para pregar nas ruas da Inglaterra e fez vários discípulos, que criam uma nova denominação. Na doutrina metodista, a Bíblia está no centro das fontes de conhecimento teológico.

Calvinista
João calvino queria uma religião com maior observância à Bíblia e princípios morais mais rígidos. Uma das doutrinas do calvinismo é a da predestinação: alguns humanos já nascem salvos, enquanto outros não.

Pentecostalismo
Surgiram nos EUA movimentos com influência de batistas e metodistas. Eles aceitavam manifestações do Espírito Santo, como a capacidade de curar doentes, de fazer milagres e de falar línguas.

Neopentecostalismo
Diferem dos pentecostais pelos costumes mais liberais e por adotarem a teologia da prosperidade, que valoriza a riqueza material. Também creem que o Diabo é o responsável por tudo de mal.

Anabatista
Só adultos são batizados. Os anabatistas eram conhecidos como a "ala radical" da Reforma Protestante. Pacifistas, eles se recusam a portar armas, usar espadas ou até mesmo prestar serviço militar.

Amish
Grupo cristão baseado nos Estados Unidos e Canadá famosos pelo isolamento. Os amish evitam contato com o mundo exterior: é proibido o uso de equipamentos eletrônicos como telefones e automóveis e pratica-se o casamento intra-religioso.

Testemunhas de Jeová
Não creem na divindade de Jesus Cristo e nem na Santíssima Trindade. Afirmam adorar exclusivamente a Jeová (nome que atribuem a Deus). Entre alguns dos pontos polêmicos defendidos por eles, está a proibição da transfusão de sangue entre os fiéis.

Restauracionismo
Os teólogos divergem quanto à classificação de testemunhas, adventistas e mórmons. Alguns afirmam que vieram da insatisfação de protestantes de várias correntes, que queriam "restaurar" o cristianismo original nos EUA.

Mórmons
Conhecida como Igreja de Jesus Cristo dos Santos dos Últimos Dias - o nome "mórmon" vem de um profeta. O batismo é feito em uma fonte especial, sobre 12 bois, que representam as 12 tribos de Israel.

Adventistas
Os adventistas pregam o retorno de Jesus Cristo. Alguns creem no sono da alma entre a morte e a ressurreição, e outros fazem a guarda do sábado, dia em que não podem trabalhar. Evitam carne e narcóticos.


Fonte: Mundo Estranho

A Espiritualidade nos Animais

 
Todos os animais nascem iguais perante a vida e têm os mesmos direitos à existência. (Artigo 1º. da Declaração Universal dos Direitos do Animal, proclamada na UNESCO em 15 de outubro de 1978) 

O espiritismo retirou da mediunidade todo o aparato místico e sobrenatural que sempre a cercou desde a Antiguidade, dignificou a mulher colocando-a lado a lado com o homem, atribuindo-lhe direitos que sempre lhe foram negados e resgatou a dignidade dos animais, situando-os em um processo evolutivo onde o princípio inteligente, “do átomo ao arcanjo”, se elabora e se autoconstrói.

Na cultura ocidental os animais não têm transcendência, não têm alma a ser salva ou condenada. Nunca tiveram o direito à imortalidade, atributo exclusivo dos seres humanos. De um lado a ciência, que rejeita as emoções e a espiritualidade e de outro, a religião, que não aceita a sua transcendência e nega aos animais o direito à vida pós-morte.

Já para o espiritismo os animais possuem uma alma, um princípio inteligente ou espiritual individualizado, que reencarna, evolui, progride e traz em si mesmo, como todo princípio inteligente, as potencialidades intelecto-morais e psíquicas vindouras.

O espiritismo não aceita a metempsicose — a reencarnação dos espíritos em corpos animais — mas considera que há um fio evolutivo de continuidade entre o reino animal e o hominal, chamado pelo cientista espírita francês Gabriel Delanne de Evolução Anímica.

Gustave Geley, pensador metapsíquico, simpatizante do Espiritismo, escreveu uma obra magistral, Do Inconsciente ao Consciente, onde chama a alma dos animais de Dinamopsiquismo Essencial, que entra em um processo evolutivo que ele denominou de Evolução Dínamo-Genética, conceito que o sociólogo espírita portenho Manuel S. Porteiro aplicou na compreensão dos processos históricos à luz do espiritismo.

Para o espiritismo, “os animais, também compostos de matéria inerte e igualmente dotados de vitalidade, possuem, além disso, uma espécie de inteligência instintiva, limitada, e a consciência de sua existência e de suas individualidades”. (O Livro dos Espíritos, questão 585).

Segundo a filosofia espírita, a evolução humana se inicia no nível da simplicidade moral e da ignorância intelectual, mas é antecedida por estágios evolutivos nos reinos inferiores da criação, do mineral às plantas, das plantas aos animais e dos animais ao reino hominal. Como dizia Léon Denis, o espírito dorme no mineral, sonha no vegetal, se agita no animal e acorda no reino hominal.

“Querem uns que o homem seja um animal e outros que o animal seja um homem.” Animal é animal, homem é homem. “Os animais não são simples máquinas, como supondes. Contudo, a liberdade de ação, de que desfrutam, é limitada pelas suas necessidades e não se pode comparar à do homem”.

É o que vemos em O Livro dos Espíritos.

606. Donde tiram os animais o princípio inteligente que constitui a alma de natureza especial de que são dotados?

“Do elemento inteligente universal.”

a) - Então, emanam de um único princípio a inteligência do homem e a dos animais?

“Sem dúvida alguma, porém, no homem, passou por uma elaboração que a coloca acima da que existe no animal.”

607. Dissestes (190) que o estado da alma do homem, na sua origem, corresponde ao estado da infância na vida corporal, que sua inteligência apenas desabrocha e se ensaia para a vida.

Onde passa o Espírito essa primeira fase do seu desenvolvimento?

“Numa série de existências que precedem o período a que chamais Humanidade.”

600. Sobrevivendo ao corpo em que habitou, a alma do animal vem a achar-se, depois da morte, num estado de erraticidade, como a do homem?

“Fica numa espécie de erraticidade, pois que não mais se acha unida ao corpo, mas não é um Espírito errante. O Espírito errante é um ser que pensa e obra por sua livre vontade. De idêntica faculdade não dispõe o dos animais. A consciência de si mesmo é o que constitui o principal atributo do Espírito. O do animal, depois da morte, é classificado pelos Espíritos a quem incumbe essa tarefa e utilizado quase imediatamente. Não lhe é dado tempo de entrar em relação com outras criaturas.”

O cientista espírita italiano, Ernesto Bozzano, de forma inédita, pesquisou dezenas de casos de materializações de animais, demonstrando que a alma desses seres sobrevive ao corpo e desfruta, momentaneamente, de uma quase erraticidade. Esse quase significa um tempo bem inferior ao dos espíritos, dotados de livre-arbítrio, com plena consciência de si mesmos e com um fator diferenciado em seus processos mentais, o que o espírito André Luiz denominou de pensamento contínuo. O que nos leva a concluir que no mundo extra físico não há manadas de elefantes, matilhas de cães ou uma alcatéia de lobos.

O princípio inteligente encarnado nos animais traz em si todas as potencialidades morais e intelectuais. Tem, em estado rudimentar, conforme o nível de progresso que haja realizado, a afetividade, a inteligência e a moralidade em estado de gérmen, tanto quanto o psiquismo desenvolvido de acordo com a necessidade. Quem convive com eles sabe que demonstram, ainda que de forma rudimentar, emoções que seriam próprias dos humanos. Expressam ciúme, alegria, tristeza, medo e uma série de emoções conforme o seu nível evolutivo.

A ciência admite que os animais têm uma inteligência rudimentar, também conforme as suas necessidades. Mas rejeita, ainda, a idéia de que possuam emoções. Há um preconceito científico, paradigmático, em relação a essa questão. A acusação de antropomorfismo é inevitável em pesquisas que objetivem a evidência de que eles possuam emoções semelhantes às humanas. Portanto, a existência de um psiquismo, de uma transcendência espiritual, de uma alma nos animais, ainda está muito longe de ser admitida pela ciência.

Pesquisas recentes sobre a existência de emoções nos animais tentam superar o preconceito acadêmico do antropomorfismo. Essas pesquisas apontam para um caminho que possivelmente venha a admitir a existência de espiritualidade nos animais. Espiritualidade significa a posse de uma dimensão espiritual que sobreviva e transcenda à matéria, que tenha um caráter espiritual, relativo ao espírito, à existência de um princípio espiritual. Isso a ciência rejeita de forma radical.

Essa visão transcendental que o espiritismo oferece na compreensão da vida animal tem um profundo sentido ético que deverá ser aplicado não somente no convívio com essas belas criaturas, no grande ecossistema terrestre, mas também na legislação. Documentos como a Declaração Universal dos Direitos do Animal, proclamada na UNESCO em 15 de outubro de 1978, apontam para um comportamento que dignifica os animais, atribuindo-lhes direitos que sempre foram negados. O nível evolutivo de uma civilização também se mede pelo tratamento dado a esses bichinhos que nos encantam, nos seduzem e que contribuem para tornar a nossa vida mais bela. 

Fonte: Eugenio Lara, arquiteto e designer gráfico, é fundador e editor do site PENSE - Pensamento Social Espírita, membro-fundador do CPDoc - Centro de Pesquisa e Documentação Espírita, expositor do Centro Espírita Allan Kardec, de Santos e do Instituto Cultural Kardecista de Santos.
Por Eugenio Lara.

Diferença entre Espiritismo e Espiritualismo

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Espiritualismo
     O espiritualismo tem como característica considerar as ideias dos planos abstratos, sendo contrário aos materialistas, que só consideram o que é material. Esta doutrina admite a existência de Deus, de forças universais, e de uma alma imortal no homem.
 
Espiritismo
     O espiritismo considera um espírito imortal no homem, que vivencia experiências fora do corpo físico, com o intuito de evoluir, alternando vidas e programas de aprendizados num mundo espiritual, e retornando ao mundo material num processo denominado reencarnação.
     Pode, também, sem que o indivíduo realmente tenha desencarnado, conseguir estabelecer uma comunicação entre vivos e mortos, comumente intermediado por um médium.
 
     De uma forma geral, essa doutrina espírita codificada pelo francês conhecido como Alan Kardec, visa tratar da natureza, origem, mundo e destino dos Espíritos, bem como de suas relações com o mundo corporal. E o espiritualismo, admite a presença, no homem e no mundo em geral, do elemento espiritual. Sendo assim, a maioria das religiões são espiritualistas, devido ao fato, delas acreditarem numa dualidade corpo e alma.
 
Escrito por: Eduardo Logan
 

sexta-feira, 5 de novembro de 2010

A Roupa Faz a Diferença



Sem maiores preocupações com o vestir, o médico conversava descontraído com o enfermeiro e o motorista da ambulância, quando uma senhora elegante chega e de forma ríspida, pergunta:
- Vocês sabem onde está o médico do hospital?
Com tranqüilidade o médico respondeu:
- Boa tarde, senhora! Em que posso ser útil?
E ela, ríspida, retorquiu:
- Será que o senhor é surdo? Não ouviu que estou procurando pelo médico?
Mantendo-se calmo, ele contestou:
- Boa tarde, senhora! O médico sou eu, em que posso ajudá-la?!
- Como?! O senhor?! Com essa roupa?!...
- Ah, Senhora! Desculpe-me! Pensei que a senhora estivesse procurando um médico e não uma vestimenta...
- Oh! Desculpe doutor! Boa tarde! É que... Vestido assim, o senhor nem parece um médico...
- Veja bem as coisas como são... - disse o médico - ... as vestes parece não dizer muitas coisas, pois quando a vi chegando, tão bem vestida, tão elegante, pensei que a senhora fosse sorrir educadamente para todos e depois daria um simpaticíssimo "boa tarde!"; como se vê, as roupas nem sempre dizem muito...
Um dos mais belos trajes da alma é a educação; sabemos que a roupa faz a diferença, mas o que não podemos negar é que: falta de educação, arrogância, falta de humildade, pessoas que se julgam donas do mundo e da verdade, grosseria e outras "qualidades" derrubam qualquer vestimenta. Basta às vezes, apenas 5 minutos de conversa para que o ouro da vestimenta se transforme em barro. Educação é tudo! Sorria Sempre... A vida é feita de: agir, reagir, corrigir... mas o melhor mesmo é "sorrir". Sorria sempre! A vida é bela!
"Desta vida nada se leva... Só se deixa!!!
Então, te deixo o meu melhor:
Meu melhor sorriso, Meu maior abraço,
Minha melhor história, Minha melhor intenção,
Toda minha compreensão e do meu amor, a maior porção
Só quero ficar na memória de alguém como outro alguém que era do bem!"
'Comece fazendo o que é necessário, depois o que é possível e de repente você estará fazendo o impossível'
(São Francisco de Assis)
"Afaste-se do mal, pratique o que é bom, busque a paz e empenhe-se por alcançá-la".
(I Pedro 3.11)
"O Destino escolhe quem cruza nossas vidas, as atitudes nos mostram quem fica"

Pense nisso...

Palestra


DISTORCIDA DA NOSSA UMBANDA SAGRADA.

10 APONTAMENTOS DE PAZ

quinta-feira, 4 de novembro de 2010

Os Fatores dos Orixás


Os fatores dos Orixás qualificam os seres acolhidos por eles no primeiro instante de vida fora de Deus e dão a cada um uma natureza e uma personalidade que individualizaram o ser e permitiram que dessa forma, individualizados, iniciem suas evoluções e a abertura de todo o código genético divino que ira dotar cada um com faculdades mentais específicas que, no decorrer dos tempos se transformaram em dons.
Esses dons desenvolvidos ao longo do tempo são regidos por dentro pelo orixá ancestral da pessoa e são regidos por fora pelos outros Orixás que participaram ativamente na abertura deles.
A abertura de faculdades mentais é um processo lento e que precisa ser amparado e regulado continuamente se não a faculdade que esta sendo aberta foge de controle e sofre distorções que prejudicaram a evolução do ser.
A abertura das faculdades mentais é feita por vibrações divinas emitidas pelos Orixás que denominamos aqui na terra como orixá de frente e adjunto.
Mais do que conduzir à religiosidade de uma pessoa a função desse par de Orixás é regular a abertura de faculdades do ser.
Com isso entendido é preciso que o médium compreenda a real função desse par de Orixás em sua vida e estudando-o e aprendendo sobre suas funções divinas na criação perceba o rumo que foi dado na sua vida quando reencarnou pois e muito comum as pessoas entenderem a ação desse par unicamente a partir da interpretação desenvolvida aqui na terra e dentro da Umbanda. Ex: alguém que tenha Ogum como seu orixá de frente pode pensar e até acreditar que sua função como médium e trabalhar o tempo todo no campo das demandas cortando-as da vida de quem esta sendo demandada.
Mais isso não é verdade, pois Ogum, mais do que cortar demanda, atua reordenando os procedimentos dos seres, realinhando-os com a sua irradiação divina regida pelo seu ancestral e também atua intensamente no desenvolvimento intimo do caráter e do senso de moralidade das pessoas.
A atuação de Ogum dentro da Umbanda ficou limitada quase que unicamente a cortar demandas, fato esse aludido em quase todos os pontos cantados já feitos para ele, com a maioria dos médiuns desconhecendo suas milhares de outras funções tão importante quanto essa, mas que são tão importante para o equilíbrio e a evolução dos seres que é preciso voltarmos nossa atenção para elas uma vez que Ogum corta demandas mas também aperfeiçoa e depura o caráter e a moral dos seus filhos assim como, por ser o potencializador divino da potencia ou força interna a todas as outras faculdades dos seres. Ex: a faculdade regida por Oxalá é que desperta no intimo dos seres a religiosidade, quando esta enfraquecida mostra na pessoa uma falta de fé, de confiança, de perseverança e Oxalá não tem como repotencializar essa faculdade enfraquecida.
Então ele recorre a Ogum para que esse re-potencialize essa faculdade regida por ele, pois assim que isso for feito a pessoa que esta com seu sentido da fé enfraquecido volte a crer, confiar e perseverar no seu aperfeiçoamento e aprimoramento através do senso de religiosidade.
Essa ação que é repotencializadora é atribuição de Ogum na criação não esta ligada a cortar demandas, e sim devolver a força interior de uma pessoa que enfraqueceu-se a partir de decepções intimas acontecidas a partir de sua religiosidade.
Mais esta que é uma função importantíssima para os seres não é a única que Ogum realiza e sim é só mais uma entre outras milhares de funções realizadas simultaneamente por ele na vida de milhões de seres.
Conclusão: é importante para o médium conhecer um pouco mais sobre cada um dos Orixás e principalmente sobre os que formam o seu triangulo de força, pois a partir desse conhecimento sobre ele perceberá que os rumos divinos para a sua encarnação passam por eles e não tem como fugir deles porque o resultado será desfavorável ao médium.
Comecemos por conhecer os Orixás a partir de seus fatores originais:
Oxalá – fator magnetizador
Oya – fator cristalizador
O fator magnetizador de Oxalá tem por função qualificar tudo e todos a partir dos seus magnetismos íntimos.
O fator cristalizador de Oya tem a função de dar forma final a tudo e a todos dando-lhes estabilidade.
Oxum – fator conceptivo
Oxumaré – fator renovador
O fator conceptivo de Oxum tem por função conceber na vida dos seres tudo que é necessário para suprir suas necessidades intimas.
O fator renovador de Oxumaré tem a função de renovar o que já envelheceu ou perdeu sua função original na vida do ser.
Oxóssi – fator expansor.
Obá – fator concentrador
O fator expansor de Oxóssi tem por função expandir tanto uma faculdade mental de um ser quando o campo dentro do qual ele esta evoluindo.
O fator concentrador de Obá tem por função tanto de concentrar uma faculdade mental que tornou-se dispersiva quanto de afixar o ser em um único campo para que ele se reequilibre e redirecione sua evolução.
Xangô – fator racionalizador
Egunitá – fator energizador
O fator racionalizador de Xangô tem por função de desenvolver no intimo dos seres a razão ou senso que diferencia o que é certo e o que é errado.
O fator energizador de Egunitá tem a função de alimentar energeticamente todas as faculdades mentais em equilíbrio.
Ogum – fator ordenador
Iansã – fator direcionador
O fator ordenador de Ogum tem a função de ordenar ou por em ordem tudo e todos colocando cada coisa no seu devido lugar.
O fator direcionador de Iansã tem a função de direcionar a tudo e a todos na criação encaminhando cada um para o seu lugar.
Obaluaiê – fator transmutador
Nanã – fator decantador
O fator transmutador de Obaluaiê tem a função de transmutar as coisas e os seres apartir dos seus íntimos e dos magnetismos individuais sem alterá-las externamente.
O fator decantador de Nana tem a função de decantar ou remover dos seres e das coisas criadas tudo o que esta prejudicando e paralisando suas evoluções.
Iemanjá – fator criacionista
Omulú – fator estabilizador
O fator criacionista de Iemanjá tem a função dotar os seres de faculdades criadoras possibilitando-lhes a criação das condições ideais para melhor evoluírem.
O fator estabilizador de Omulú tem a função de dar estabilidade ao que vai sendo criado a volta dos seres para que possam evoluir em paz, harmonia e equilíbrio.
Entre os muitos fatores de cada um dos Orixás acima citados esses são os que mais facilmente os definem porque se pegarmos os sinônimos de cada um desses quatorze fatores teremos uma lista de funções realizadas por eles o tempo todo em nosso beneficio.
É preciso que no estudo dos Orixás tenhamos um ponto de partida para compreender melhor suas funções na criação e na vida dos seres, porque elas são as mesmas que temos que desenvolver em nosso mental e torná-las dons do nosso espírito uma vez que o que esta em Deus esta nos Orixás e tem que estar em nós, pois só assim estaremos alinhados com eles e nos tornaremos extensões deles aqui na terra para melhor auxiliarmos os nossos semelhantes.
A nossa ancestralidade não é só um referencial para nos compreendermos mas sim é também um indicador do rumo que devemos dar para a nossa evolução reproduzindo cada vez mais as qualidades do nosso Ancestre em nós e colocando-as em ação para sermos úteis aos nossos semelhantes e tornarmo-nos com o passar do tempo em manifestadores espirituais das funções divinas do nosso regente pois é isso que distingui um sacerdote aqui na terra.
Ele tem na sua função sacerdotal o dever de transmitir para as pessoas que procuram uma mensagem direcionadoras dela; estabilizadoras de suas vidas; reordenadoras dos seus procedimentos; transmutadoras dos seus sentimentos; racionalizadoras do seu emocional desequilibrado; renovadora da sua fé em Deus; concebedora de novas expectativas do ser; etc.
Fator e função são sinônimos e a partir de um chega-se ao outro, fornecendo-nos uma melhor compreensão dos Orixás, que no nível mais elevado da criação são mistérios manifestados pelo Divino Criador Olorum/Zambi e dele são indissociados.
A nível Terra a compreensão dos Orixás passa pelo conhecimento sobre seus campos de trabalho religioso.
Mas, no nível mais elevado da criação eles são divindades que em si mistérios que atuam sobre toda a criação, atuando sobre tudo e todos, mesmo que quem não os cultue disso não tenha consciência.
Nosso egocentrismo humano tanto nos induz a crer que Deus é só nosso ou só exista para nós, particularizando e dando-lhe “feições” humanas. E o nosso tendemos a fazer com os Orixás.
Isso não é verdade e o mesmo Deus que criou esse nosso Planeta criou todo o Universo.
E o mesmo Deus que nos criou, criou incontáveis outras classes de seres espirituais não encarnantes, assim como criou todas as outras espécies que também encarnam nesse nosso Planeta.
Assim como nós somos influenciados pelos fatores ou energias vivas dos Sagrados Orixás, tudo e todos são influenciados por eles.
É por isso que toda pessoa seguidora de outra religião, mesmo que ele não saiba ou não queira, ainda assim vive e evolui sob a irradiação de um Orixá de frente e de um Orixá adjunto ou “juntó”.
Esse triângulo de forças independe da vontade das pessoas ou dos espíritos e não é invenção dos guias quando uma pessoa seguidora da outra religião se consegue com eles e detectam que ela esta com desequilíbrio nas suas “forças”, sendo necessário que façam oferendas para seus Orixás e suas forças espirituais.
Ter Orixás e guias ou protetores espirituais, todas as pessoas os tem.
- Incorporá-los, só quem possui a mediunidade de incorporação, incorpora.
- Aceita-los como algo natural na nossa vida, aí depende de cada um.
- Mas ser auxiliado por eles, todos somos, mesmo que disso não tenhamos conhecimento.

Salve Os Orixás...

Retirado: http://religiaoespirita.com/umbanda/

Você Realmente Conhece a Umbanda?


A Umbanda é uma religião de grande diversidade. Ao contrário do Kardecismo, ela não é codificada e se apresenta através de diferentes práticas. Porém, alguns princípios básicos são comuns a todas as ramificações da Umbanda.

O primeiro deles é a caridade gratuita, sem distinção de cor, raça, credo religioso ou status social. Aliás, a incorporação mediúnica de Caboclos, Pretos Velhos, Crianças, Exus, Boiadeiros etc, se dá para cumprir este objetivo - a caridade a quem precisa - e a evolução do espírito.

No que tange a evolução do espírito, a Umbanda crê na reencarnação para cumprimento de seus karmas e como forma de evoluir na escala espiritual. A Umbanda crê no livre arbítrio, que torna o homem responsável por suas escolhas, ações, pensamentos e sentimentos e que o coloca, portanto, no dever de responder por seus atos sem revolta e com compreensão. Para a Umbanda, o mal é um bem a nascer e todos terão perante a Deus o direito de evoluir, mesmo que para isso sejam necessárias várias encarnações. Eis o verdadeiro objetivo das encarnações: oportunidade de crescimento e evolução para o espírito.

A Umbanda não prega o mal. É absolutamente contra a violência e valoriza a humildade como virtude fundamental. Tanto o corpo mediúnico quanto os dirigentes das Casas de Umbanda devem permanecer no exercício constante de combater a vaidade e lembrar que a doação e honestidade são fundamentais no caminho escolhido por eles: a missão que é o serviço à Umbanda.

A Umbanda também tem como um dos seus principais pilares o respeito. Respeito pelas outras religiões, respeito pela evolução e história de cada espírito, respeito pelos valores humanos, pela moral e pela dignidade.

Ainda hoje, há muita confusão no entendimento da Umbanda. Essa religião, que só prega caridade e respeito, muitas vezes, é mal interpretada por pessoas que a desconhecem. Ou pior, por charlatães ou pessoas de má fé que se dizem Umbandistas e só deturpam os princípios básicos da religião, fazendo com que boa parte da sociedade olhe para a Umbanda com desconfiança, medo e até aversão.

Não tenha medo de descobrir o que é a Umbanda. Ela está de braços abertos, sem nenhum interesse, esperando para receber você, com carinho, respeito, amor e muita, muita fé em Deus!

*Marilena Mattos é pedagoga, sacerdotisa de Umbanda, dirigente espiritual da ‘Casa de Cláudia’ e vice-presidente do Movimento Umbanda do Amanhã (MUDA).

Fonte: http://www.eutenhofe.org.br/

 
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A Maior de todas as Luzes é a do Amor Incondicional da Caridade, da Misericórdia Sincera do Coração.

Denis Sant’Ana .’. \|/ سلام

Ouça os Pontos da Linha de Esquerda da Umbanda

“Sofremos demasiado pelo pouco que nos falta e alegramo-nos pouco pelo muito que temos…”

W. Shakespeare.

“Cultivar estados mentais positivos como a generosidade e a compaixão decididamente conduz a uma melhor saúde mental e à felicidade”

Dalai Lama.

Luz Crística

Obras Básicas - Pentateuco do Espiritismo

O Livro dos Espíritos - Contendo os princípios da Doutrina Espírita sobre a imortalidade da alma, a natureza dos Espíritos e suas relações com os homens, as leis morais, a vida presente, a vida futura e o porvir da humanidade – segundo o ensinamento dos Espíritos superiores, através de diversos médiuns, recebidos e ordenados por Allan Kardec. O Livro dos Médiuns - Contendo os ensinamentos dos Espíritos sobre a teoria de todos os gêneros de manifestações, os meios de comunicação com o Mundo Invisível, o desenvolvimento da mediunidade, as dificuldades e os escolhos que se podem encontrar na prática do Espiritismo. Em continuação de "O Livro dos Espíritos" por Allan Kardec. O Evangelho segundo o Espiritismo - Com a explicação das máximas morais do Cristo em concordância com o Espiritismo e suas aplicações às diversas circunstâncias da vida por Allan Kardec. Fé inabalável só é a que pode encarar a razão, em todas as épocas da Humanidade. Fé raciocinada é o caminho para se entender e vivenciar o Cristo. O Céu e o Inferno - Exame comparado das doutrinas sobre a passagem da vida corporal à vida espiritual, sobre as penalidades e recompensas futuras, sobre os anjos e demônios, sobre as penas, etc., seguido de numerosos exemplos acerca da situação real da alma durante e depois da morte por Allan Kardec. "Por mim mesmo juro - disse o Senhor Deus - que não quero a morte do ímpio, senão que ele se converta, que deixe o mau caminho e que viva". (EZEQUIEL, 33:11). A Gênese - Os milagres e a predições segundo o Espiritismo por Allan Kardec. Na Doutrina Espírita há resultado do ensino coletivo e concordante dos Espíritos. A Ciência é chamada a constituir a Gênese de acordo com as leis da Natureza. Deus prova a sua grandeza e seu poder pela imutabilidade das suas leis e não pela ab-rogação delas. Para Deus, o passado e o futuro são o presente.
Clique na Imagem e Leia o Livro.

Pense Nisso...