A
crença é algo que mata o entendimento, pois parte do desejo de que algo seja
verdade; é construída sobre idéias preconcebidas e julgamentos; a crença
permite que a mente se abra somente ao que encaixa no seu modelo.
A
fé, por outro lado, é um mergulho no desconhecido, mas que mantém nossa mente
aberta, entendendo que a atitude correta é deixar-nos ir. A fé pode não ser o
caminho mais cômodo e seguro, mas, indiscutivelmente é o caminho correto. A
crença prende; a fé liberta.
A
verdade que tanto perseguimos jamais poderá ser encontrada através da crença,
mas sim, unicamente, através da simplicidade da fé.
A
fé é o nosso ponto de partida, mas muitos de nós, porém, a abandona ao longo do
caminho, em troca da adesão férrea a uma ou crença.
Mas
é impossível desvendar o grande mistério da vida somente através das crenças,
sejam elas quais forem e por melhores que elas sejam, pelo fato de só podermos
crer naquilo que já conhecemos. A verdade que tanto perseguimos, vai além da
nossa imaginação, pois ela preexiste à essa vida. Nada do que possamos imaginar
será capaz de captar a enormidade, a glória e a dimensão da verdade que
perseguimos.
O
único caminho para atingirmos nosso grande objetivo é mantermos nossa fé de
forma inabalável, nossa mente inteiramente aberta e nosso coração igualmente
aberto a tudo que nosso Eu Superior e o Plano Superior nos intuir.
Muito
mais que nos prendermos a qualquer crença, mantenhamos a fé em nós mesmos e
tenhamos em mente que não precisamos mais ficar pedindo ajuda, a quem quer
seja, pois temos muito mais poder do que possamos imaginar.
Na
verdade, quando pedimos nos enfraquecemos, pois não nos sentimos merecedores
daquilo que precisamos. Somos filhos de Deus perfeitos e, já que somos
perfeitos, temos é de determinar o que queremos, pois é essa a linguagem que o
Universo compreende.
Paremos
então de pedir! Não demos nosso poder a mais ninguém! E, se não conseguirmos
viver sem crença, creiamos firmemente em nosso Espírito, pois é ele o nosso elo
com Deus.
Muita
Paz e muita Luz!

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