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terça-feira, 1 de outubro de 2013

Onde estão os Nossos Guias?





Muitas vezes, médiuns encontram dificuldades em firmar a conexão com seus guias espirituais.

Porém, se mantém com uma pseudo-firmeza nos trabalhos. O que é prejudicial para uma corrente mediúnica.

Os nossos guias espirituais, trabalhadores de Lei na Umbanda, estão sempre à nossa disposição, para nos auxiliar e direcionar no trabalho. Tudo por que nós, os encarnados, somos a ponta deste trabalho. Se todo o esforço por eles realizado esbarrar nas nossas dificuldades, imperfeições, vaidade, de nada terá adiantado todo este esforço e o trabalho dos nossos mentores irá por água abaixo.

Conscientizar-se disso, saber da responsabilidade que carrega, com humildade, claro, nunca colocando isto como mais um aspecto para a sustentação da própria vaidade, é nossa obrigação.

Temos o dever de recebermos da melhor forma os nossos guias. Para isso, devemos estar com nossas mentes limpas, ocupadas por pensamentos de amor, fé, compaixão e desejo de evolução e prosperidade para todos.

É como receber uma visita em sua casa. Se você não tratá-la da melhor forma possível, se não tentar, ao menos, tornar o ambiente agradabilíssimo, muito provavelmente, afastará do seu lar as visitas agradáveis e passará a receber algumas não muito agradáveis e pouco desejadas.

E assim será com a sua mediunidade de incorporação.

Os guias espirituais são fundamentais na Umbanda. A sua manifestação deve ser limpa, equilibrada, ordenada, calçada na Fé, com vistas constantes à evolução de todos que ao médium procurarem. Pois assim estará contribuindo para a evolução do Todo, da Criação.

Manifestações desordenadas, desequilibradas, devem ser abolidas dos templos umbandistas.

Cabe ao dirigente, nestes casos, afastar o médium dos trabalhos e recolocá-lo no desenvolvimento mediúnico a fim de promover uma auto-reconscientização.

E fará isto muito bem, se conseguir trabalhar no íntimo deste médium, um fator fundamental: a humildade.

Você sabe onde estão os seus guias espirituais?

Se não sabe, revelo agora: estão bem aí, ao seu lado, sorrindo e aguardando por um sorriso seu. 

Sorriso este que deverá ser o primeiro passo para uma conexão afinada, a partir da humildade, da fé, do amor e do desejo real de evolução.

Por André Cozta

“Não há Equilíbrio sem Estabilidade, não há Estabilidade sem Equilíbrio. Não há Evolução sem Justiça, não há Justiça sem Evolução.” (Mestre Rhady)

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