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quarta-feira, 20 de fevereiro de 2013

Somos ou Estamos?




Amigos, em algum momento de suas caminhadas vocês já se perguntaram se SÃO ou ESTÃO Umbandistas?

Ser Umbandista é não ter vergonha de dizer que é UMBANDISTA.

Estar Umbandista é fugir do assunto quando perguntado.

Ser Umbandista é ir para o terreiro pensando em ajudar a melhorar um pouco o mundo e conseqüentemente receber sua parte nesta melhora.

Estar Umbandista é simplesmente ir ao terreiro para resolver a sua vida.

Ser Umbandista é não ter vergonha de limpar cinzeiros, varrer o chão, acender um cachimbo, enfim é não ter vergonha de servir.

Estar Umbandista é fugir dos trabalhos mais humildes, achando que sua capacidade esta acima deles.

Ser Umbandista é estar presente no terreiro pronto a “receber” qualquer entidade que esteja sujeita ou que necessite vir, mesmo sendo um irmão sofredor, praticando assim a verdadeira caridade.

Estar Umbandista é se preocupar com que entidade vai “receber”, torcendo para que seja uma bem famosa.

Ser Umbandista é não se preocupar com o tempo que vai precisar ficar no terreiro até que todos os que precisam sejam atendidos.

Estar Umbandista é preocupar-se com a demora uma vez que tem outros compromissos.

Ser Umbandista é agradecer aos Guias e Orixás por sua vida.

Estar Umbandista é barganhar com eles por favores mesquinhos.

Enfim ser Umbandista é amar a Umbanda e assumi-la como sua religião, falando de suas virtudes, mas sem fechar os olhos para seus problemas.

Estar Umbandista é gostar da Umbanda enquanto ela servir.

E nós somos ou estamos Umbandistas?

Por Marco Boeing

terça-feira, 19 de fevereiro de 2013

Para que Estudar a Umbanda?




Para que estudar a Umbanda, porque se preocupar com a tal da Reforma íntima?

Alguns terreiros descartam a intenção e possibilidade de estudo e conhecimento da Umbanda. Descartam também o estudo da religiosidade e do autoconhecimento assim como da reforma íntima, sugerem que quem deve ser evoluído é o guia e não o médium, que a esse cabe apenas emprestar o corpo como “aparelho” de produtividade da espiritualidade.

Nós respeitamos a opinião e o trabalho de cada casa, de cada terreiro, mas não é nisso que acreditamos. Há um ditado popular que diz: “É pelos frutos que se conhece a árvore”.

Quanto mais moralmente evoluído, quanto mais conhecedor e praticante do evangelho de nosso Mestre Jesus (Oxalá), mais afinado com o plano espiritual superior e mais assessorado por guias de luz será o médium, fruto de um trabalho sério e árduo de dedicação e reforma íntima.

Não se trata de conhecer os trabalhos que serão feitos, as ervas e orações que serão realizadas, mas sim de se conhecer intimamente o seu verdadeiro Eu, seu Eu Divino, o que nos aproxima com Oxalá.

A tecnologia, e a evolução nos remetem a um futuro de conhecimento, dedicação e reflexão, a tradição deve ser mantida, junto com a respeitabilidade e o amor, mas de uma forma nova atualizada focada no “novo homem”, no ser liberto da fé irracional, do separatismo, do fanatismo e da mistificação.

Fonte: http://eclesiadeluz.blogspot.com.br/

quinta-feira, 14 de fevereiro de 2013

E Se Fosse Você Um Caboclo?!




Imagine se você fosse um caboclo, como você agiria para ajudar alguém que precisa de uma promoção no trabalho e um amor em sua vida?!

Você ficaria do lado da pessoa, soprando em seu ouvido aquilo que agrada seu (sua) protegido (a).

Visualizemos uma situação em que você fez de tudo para que um de seus protegidos alcançasse a tão sonhada promoção. Você (na condição de caboclo) foi até o emprego de seu pupilo, posicionou-se ao lado do chefe o dia inteiro e durante todo o tempo, com todas as suas forças colocou na cabeça dele para quem ele deveria dar a promoção.

Claro que diante de tanto empenho não poderia o pobre homem promover outra pessoa.

Após isso, eis que surge em sua frente outro caboclo, seu colega de trabalho. Daí então ele conta a seguinte história:
- Estou protegendo um pobre homem injustiçado há anos. Todas as tentativas de sucesso não foram concretizadas por razões alheias ao seu merecimento. No entanto, após batalhar muito, quando estava prestes a conseguir a tão merecida promoção, você aparece e faz com que aquilo que estava programado para ser de um passe a ser de outro. E agora, como ficamos?!

Claro que a situação acima é fictícia, pois um caboclo, ou qualquer outro guia jamais trabalharia assim.

Mas após esse insight que tive, passei a pensar: e se fosse você um caboclo. Como agiria?!

Talvez estejamos muito longe de alcançar a sabedoria de um espírito guia. Mas não estamos tão longe de entender como funciona a dinâmica no plano espiritual.

Não podemos dizer que os guias não nos ajudaram.

Invariavelmente, não podem ultrapassar a barreira da cosmoética, isto é, do que é moralmente conceituado pelos espíritos como sendo um padrão de conduta a ser adotada por todos.

Aqueles que ainda conhecem pouco a Umbanda, acreditam que basta ter um amigo espiritual e ele vai fazê-lo obter vantagens pessoais, como ser o primeiro a ser lembrado para preencher uma vaga de emprego, ou uma promoção.

Acreditam também que as entidades são capazes de ficar tentando mudar a cabeça da pessoa amada.

O tempo obscuro em que as informações eram raridade e não se tinha ao certo uma exata noção de como nossas entidades trabalhavam já passou. Agora é hora de abrir os olhos para uma nova realidade. É preciso compreender, através do bom senso, como trabalham nossos guias.

Devemos acreditar que, de maneira ética e responsável, os trabalhos são executados, sem causar prejuízos à vida de ninguém, mesmo quando pedimos algo que por muitos é cobiçado.

Por Ronaldo Figueira

sexta-feira, 8 de fevereiro de 2013

O Carnaval


O Carnaval é o período que a “Bruxa está solta!”. Mas o que acontece de fato nesta época?

Bem, existem espíritos que quando encarnados, se desequilibram e tomam o caminho dos vícios, contrário ao das virtudes. Muitos se viciam em álcool  em sexo, drogas, etc. Ao desencarnar, estes espíritos continuam viciados, e andam perambulando por aí a procura de alguém que está bebendo, tendo relações sexuais, se drogando, para que através destas pessoas eles continuem alimentando seus vícios.

Como o inconsciente coletivo da população no carnaval é que “Está tudo liberado”, estes espíritos são naturalmente atraídos em massa para os locais de festa. Quando bebemos, alteramos a nossa consciência para o pólo negativo, e passamos a atrair além dos espíritos viciados, os baderneiros (kiumbas), que estarão nos incentivando ao máximo para que façamos algo de errado.

Alguns espíritos viciados em sexo, chegam até a estimular os órgãos genitais de homens e mulheres para que eles sintam um desejo incontrolável de se relacionar, assim fornecendo a preciosa energia sexual a estes viciados.

Então não posso aproveitar o carnaval?
PODE. A felicidade é sempre bem-vinda. O que está vetado são os exageros.

Quer aproveitar?
Proteja-se. Umbandistas: Firmem suas Esquerdas, firmem suas forças, acendam a vela para o Anjo Guardião. Tomem banhos de ervas, façam magia.

Sabe o que está realmente liberado no carnaval?
Fazer suas proteções, seguranças, não importa qual for a sua religião, a sua crença.

Aos médiuns novos, vocês estão com um campo muito aberto. Portanto, se não se sentirem bem em algum lugar, NÃO PENSEM DUAS VEZES, saiam! Se sentir necessidade, não hesitem em procurar ajuda de alguém que seja capacitado para te ajudar.

Então, você curte o carnaval? Pode aproveitar, mas tenha consciência!

Não curte o carnaval? Este é um excelente período para você projetar tudo o que deseja para este ano!

Saravá!

Por Carla Guedes.

Fonte: http://setelinhas.wordpress.com/

quarta-feira, 6 de fevereiro de 2013

Revigorar




Quando a vida se apresenta como uma fresta, caminhos fechados e ciclos difíceis, em algum lugar e no próprio caminho acontecem misteriosas festas, festa de possibilidades. Marcamos os dias, as semanas, os anos, caímos, levantamos, sorrimos, enxugamos as lágrimas, superamos desafios e o mundo continua girando. Para alguns este é o primeiro, para outros um último provável. Mas quem controla o tempo?

As datas só possuem significado quando atribuímos significado a elas. Pensamos que não é simplesmente a “Deus dará”, que precisamos assumir responsabilidade por nossa vida, nosso tempo, nossas escolhas. Que é bom aprender com o tudo aquilo que é passado, com as frestas por onde passamos e com as festas que aproveitamos. Que é bom ter sonhos, viajar ao futuro, colorir as metas, manter a esperança, mas acima de tudo viver, viver o presente, o hoje, o agora.

O tempo assim como as folhas nos ensina a voar com o vento, às vezes muito forte, outras vezes bem fraco, mas em movimento, em uma eterna sucessão de fatos. Mundos que cruzam e mudam as estradas dos meses, dias que confunde as cenas e repassam as décadas em um milésimos de segundo. Mudanças. Luzes se acedem, luzes se apagam, roupas doadas, fotografias perdidas, novas resoluções, transformação, metas e promessas.

É verdade que algumas coisas perdemos e muitas outras ganhamos, mas neste instante a vida se abre em festa. Abrimos os olhos, despertamos. É um novo dia! Uma oportunidade de escrever uma nova página, um novo começo, fazer deste o primeiro, com energia, coragem, dar aquele importante passo, construir uma nova história.

É tempo de renovar, fechar os ciclos, abrir outras portas, evocar as forças da alma, revigorar. Sim, podemos fazer o nosso melhor e criar melhora em nosso caminho. E que venham os sorrisos, quem venha o amor de braços alargados com o amor que cultivamos em nós mesmos, o sucesso, o esplendor de uma boa atitude e muita consciência.

É, pois não queremos apenas perder peso ou entrar em forma. Queremos também aprender com nossos erros, perder os antigos medos, ir a forra com nossos limites, quebrar velhos hábitos. Queremos uma vida verdadeira, queremos uma vida inteira, uma verdadeira reforma.

Muita paz, energia, amor e alegrias em sua vida!

Beijos de luz,

Por Samuel Souza de Paula